Dramaturgia Ao Sublime Demiurgo

A Última Theoria

A Última Theoria

Tom: N/A
Dm Am Nesse teatro da dor, incorporei um ator Em Um figurante sem cor, que usa F Am mascara e vestes escuras F Um papel fraco em um elenco barato Am Porém, meu figurino são retalhos F Am Remendados pelo alfaiate de um rei Não pense que o meu roteiro é simples F Mesmo a peça sendo só mais um clichê G Desses finais fáceis de descobrir Am F Quem é o diretor no espetáculo da vida? Am E quem irá fechar as cortinas e F apagar as luzes ao sair?
Dm Am Quimeras e frustrações em meio a um antro sem sono Em O coadjuvante é o mais velho, F Am protagonista anfitrião do novo F E o primogênito é o primeiro louco Am Só ele tem a chave menor que dá o F equilibrio aos anjos Onde a alma conta o tempo e o amor Am sob vontade é lei G Esquecidos no cenário, envergonhados Am ao serem F G Despidos e expostos Am F Quem é o diretor no espetáculo da Am vida, quem vai me dizer? Quem irá fechar as cortinas e apagar F as luzes ao sair? G Pois eu nunca me prendo ao decorado F E improvisos, são instantes G Me concentro no meu íntimo, escondo F gestos ofegantes G Am E me apresso, e vou... F Me despeço, o meu tempo é pouco, não se preocupe G Eu sempre volto e cada vez estou Am mais intenso. F Talvez me atrase, prometo sair no momento correto, mas talvez incerto G Am Simplesmente me impeça de ir

Comentários e Sugestões

Nenhum comentário ainda. Seja o primeiro a opinar!