Milonga do Vaqueano

Adair de Freitas

Tom: N/A
[Intro] E7 Am A7 Dm C E7 Am E7 Am A7 Dm C E7 Am E7 Conheço as manhas da vida Am Na estrada nunca me engano A7 Dm Por isso que no meu pago C E7 Am Me chamam de vaqueano Conheço a vida do campo, e as E7 manobras da cidade Conheço o Rio Grande amado, bonito Am barbaridade Conheço a china sincera, e a que A7 Dm usa falsidade C Por isso nunca me enredo, nas E7 Am maneias da saudade Dm C Por isso nunca me enredo, nas E7 Am maneias da saudade [Intro] E7 Am A7 Dm C E7 Am
E7 Am A7 Dm C E7 Am E7 Conheço as manhas da vida Am Na estrada nunca me engano A7 Dm Por isso que no meu pago C E7 Am Me chamam de vaqueano Aprendi chorar cantando, pra E7 disfarçar a existência Aprendi sorrir chorando, felicidade Am é uma ciência Conheço a dor da saudade, quando A7 Dm está longe a querência C Conheço o amigo-amigo, e o E7 Am amigo-conveniência Dm C Conheço o amigo-amigo, e o E7 Am amigo-conveniência [Intro] E7 Am A7 Dm C E7 Am E7 Am A7 Dm C E7 Am E7 Conheço as manhas da vida Am Na estrada nunca me engano A7 Dm Por isso que no meu pago C E7 Am Me chamam de vaqueano Quem sabe mais do que pensa, sempre E7 pensa em saber mais Quem nada sabe dispensa, que o saber Am nunca é demais A7 Mas eu que sou vaqueano, sei donde Dm vens, pra onde vais C E a gente que é como joio, E7 Am daninhando entre os trigais Dm C E a gente que é como joio, E7 Am daninhando entre os trigais [Final] E7 Am A7 Dm C E7 Am

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